sábado, 26 de fevereiro de 2011

Lua perdida


Oh, triste noite, que cai sem sentido 

Faz com que as almas fiquem sem abrigo 
Estrelas pálidas rodeiam a lua perdida 
Nesta noite que encanta seres sem vida. 

Entre as árvores, cogumelos perdidos 
As folhas caem, em sinal de perigo 
Óh, lua perdida, rainha das vontades 
Por quê fazes cair lá fora a tempestade? 

Com a chuva fria, o encanto 
Seres imortais saem de seus túmulos em pranto 
Serão sempre atormentados pelo medo 
O medo, que sempre tira meu sossego. 

Óh, lua perdida, não assuste as estrelas! 
O que será de meu Anjo Triste se não vê-las? 
Deixe-me correr entre as folhas secas, mortas 
Para que o vento tire essa dor que me corta. 

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